O CASAL E UM CÃO.
Este é o título do filme de 2025 do cineasta russo Andrey Zaitsev. O foco é da rotina de um casal formado por dois intelectuais russos e que sobreviveram à chamada Guerra Patriótica, no famoso cerco a Leningrado.
Este é o título do filme de 2025 do cineasta russo Andrey Zaitsev. O foco é da rotina de um casal formado por dois intelectuais russos e que sobreviveram à chamada Guerra Patriótica, no famoso cerco a Leningrado.
Esta produção argentina de 2026 tem a direção do competente cineasta Juan José Campanella, o mesmo diretor de O Segredo de Seus Olhos. Em cena, dois dos melhores atores argentinos, Luis Brandoni e Eduardo Blanco. A expressão “Viva e deixe viver” seria uma espécie de cobertor de conforto moral que adotamos na vida.
Apesar do filme ser baseado no livro de Mary Shelley, quando o diretor Guillermo Del Toro leu o livro, ele quis fazer um filme sobre o que a leitura permitiu dele encontrar um outro caminho para o personagem central da história, Frankenstein.
Esta foi a segunda obra produzida pela escritora inglesa Agatha Christie. A primeira transposição para o cinema aconteceu em 1981, num filme produzido originalmente para a televisão. Surge então, agora em 2026, uma versão mais atual com um elenco dirigido pelo cineasta Chris Chibnal.
Quando terminou a exibição do filme AGENTE SECRETO, do cineasta Kleber Mendonça, fui contido pela inibição para deixar de aplaudir de pé o filme. Estamos diante da melhor produção cinematográfica de todos os tempos do cinema brasileiro. Primeiro, o roteiro original mistura uma série de ingredientes da vida real, que valorizam a produção.
A Sahti é uma cerveja tradicional da Finlândia, produzida artesanalmente com raízes rurais que remontam séculos. Duas irmãs, Pirko e Taina, acabaram se especializando na produção dessa cerveja. Com o tempo, foram apurando o paladar e, a cada produção, atribuíam uma nota para a cerveja.
O cinema argentino continua nos surpreendendo com enredos, muitos sustentados por fatos, mas que sempre inspiram filmes instigantes. Andrea, mulher de classe média, viúva, que trabalha como corretora para sustentar três filhos, duas crianças e um jovem de dezoito anos.
Este filme, dirigido pelo irlandês Colm Airead, mostra uma menina de nove anos, que vive numa família totalmente disfuncional. Em meio à intensa pobreza, os pais decidem enviar a menina para a casa dos tios, visando atenuar a sobrecarga em meio ao nascimento de mais um membro para a prole.
Sou do tempo das matinês onde os meus amiguinhos levavam gibis para serem trocados. Eu, na contramão, levava um caderno no qual fazia as anotações relativas ao fiLeia mais...